Fiquem vocês sabendo que, muito mais cedo que tarde, abrir-se-ão de novo as grandes alamedas por onde passe o homem livre, para construir uma sociedade melhor.

(Últimas declarações de Salvador Allende ao povo chileno a 11 de Setembro de 1973, quando os aviões dos generais fascistas já bombardeavam o Palácio de La Moneda)

11 de janeiro de 2020

Cartas de Manuel Teixeira Gomes a João de Barros


O livro  de “Cartas de Manuel Teixeira Gomes a João de Barros” abrange uma extensa correspondência que se prolonga desde 1905 até 1941.
A vida pessoal, politica e diplomática e, ainda o período em que Teixeira Gomes exerceu a Presidência da Republica e os anos do exílio no Norte de África são evocados nesta obra editada por iniciativa das Câmaras Municipais de Portimão e da Figueira da Foz .
António Valdemar fará a apresentação do livro, na próxima quinta feira. dia 16 de Janeiro, ás 18 horas, na Figueira da Foz ,no Auditório Municipal, rua Calouste Gulbenkian.











CONSCIÊNCIA MAÇÓNICA


Com a devida vénia se transcreve este texto de Newton Agrella:

CONSCIÊNCIA MAÇÓNICA

Ao nos referirmos à chamada Maçonaria Especulativa, cabe registrar que a mesma enquanto filosofia e instituição progressista e evolucionista  exulta prioritariamente a consciência e o trabalho interior e pessoal.
Ainda como filosofia, ela demanda discernimento e cultura.
O trabalho interior impõe um movimento subjetivo.
O "reconhecido maçônico" não é status a ser apreciado pelo que os outros dizem ou comentam.
A rigor esse reconhecimento é  refletir  aquilo que somos em nossa própria consciência.
Nossa lavra intelectual, espiritual e filantrópica perante o Grande Arquiteto do Universo, bem como nossa própria liberdade de pensamento é que sedimentam  essa relação que podemos denominar "Consciência Maçônica".
Os Dicionários Etimológicos apontam que a origem da palavra Consciência  advém do termo latino "conscientia" de "consciens" - presente do verbo
"conscire" = estar ciente (cum = com, partícula de intensidade e scire = sei).
Encontra-se ainda uma possível raiz formada de junção de duas palavras do Latim: conscius+sciens: conscius (que sabe bem o que deve fazer) e sciens (conhecimento que se obtém através de leituras; de estudos; instrução e erudição)
Resumidamente Consciência significa:
a capacidade e a disposição humana de vivenciar, experimentar ou compreender fragmentos ou a totalidade de seu mundo interior.
É o sentido ou percepção que o ser humano possui do que é moralmente certo ou errado em atos e motivos individuais.
É sob essa égide que a "Consciência Maçônica" se estabelece, como uma legítima ferramenta de ligação e de caráter evolutivo entre o Homem e o Universo.
Ler mais, Pensar Mais e Achar menos.

NEWTON AGRELLA

9 de janeiro de 2020

FALAR SEM PALAVRAS DESTRUIÇÃO E RECOMEÇO


CONFERÊNCIA

FALAR SEM PALAVRAS
DESTRUIÇÃO E RECOMEÇO

16 JAN | QUI | 21h30
Auditório de Serralves

Pedro Cabrita Reis e Maria Teresa Cruz serão os oradores da conferência “Falar Sem Palavras: Destruição e Recomeço”, no dia 16 de Janeiro às 21h30, com moderação de Miguel Von Hafe Pérez.
Esta conferência insere-se no Ciclo “Arte e Espiritualidade”, comissariado por Pedro Abrunhosa e Paulo Mendes Pinto, que pretende explorar a forma como a Arte dialoga com a Ciência, a Filosofia, a Religião, o Pensamento.

8 de janeiro de 2020

Maçonaria no Séc. XXI – porquê e como


Maçonaria no Séc. XXI – porquê e como

Foi-me proposto (editado pela comissão Editorial do Blogue) que desenhasse uma peça de arquitectura sobre o tema “Maçonaria no Séc. XXI – porquê e como”. Na verdade, melhor do que maçar-vos com estas linhas, seria sugerir-vos a leitura da excelente prancha que, sobre este tema, o nosso Ir.’. Salvador Allende nos deu em Julho do ano passado.
Esta é, aliás, uma matéria extensa, seja pelo “porquê” seja pelo “como”. E para melhor estruturar o pensamento e a escrita sobre o tema, comecei por reler os textos basilares da N.’.A.’.O.’. – a Constituição e o Regulamento Geral – onde estão bem claros os princípios e valores que regem o nosso ser e estar maçónico e que, por extensão e em resultado do nosso trabalho de desbaste da pedra bruta, regem – ou devem também reger – o nosso ser e estar profano.
Tive, além disso, o privilégio de poder juntar à minha própria reflexão e leitura, também a leitura de algumas pranchas sobre o tema, feitas nos últimos anos pelo Venerável e pelos past-Veneráveis da nossa Loja.
Porquê então ser Maçon e persistir na tradição Maçónica no Sec. XXI? (“tradição” com o sentido de “continuidade”, de “passar adiante”, que lhe foi dado pelo nosso Sapientíssimo G.’.M.’. na sua mensagem do Solstício deste Inverno).
Ao longo dos últimos 300 anos, a Maçonaria foi evoluindo tendo em conta o meio em que se inseria, a cultura, o desenvolvimento tecnológico, a situação política, económica e social do seu mundo envolvente.