24 de junho de 2024
22 de junho de 2024
Solstício Verão 2024
O solstício de Verão de 2024 ocorreu a 20 de Junho (quinta-feira) em Portugal, marcando oficialmente o início do Verão.
É mais um ciclo da celebração da vida.
3 de junho de 2024
29 de maio de 2024
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Há 500 anos, Luis de Camões escreveu que:
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Há 2500 anos, o filósofo pré-socrático Heraclito de Éfeso, cidade da Jónia, actual Turquia, escreveu que:
- Nada é permanente, excepto a mudança.
- Tudo flui. Tudo está em movimento e nada dura para sempre.
- Ninguém entra em um mesmo rio uma segunda vez, pois quando isso acontece já não se é o mesmo, assim como as águas que já serão outras.
Heraclito é considerado o “pai da dialéctica” e desenvolveu a doutrina da unidade dos contrários, considerando que a “lei secreta do mundo” reside na relação de interdependência entre dois conceitos opostos em luta permanente, mas que, ao mesmo tempo, não podem existir um sem o outro.
Perante estas tomadas de consciência em tempos tão longínquos, resultantes da constatação prática do pulsar da vida ao longo de muitos séculos e das experiências acumuladas por diversas civilizações, parece que nos dias de hoje nada disto está presente para a grande maioria dos cidadãos.
Sendo o mundo composto de mudança, mostra a história que não existem direitos nem conquistas sociais adquiridas.
24 de maio de 2024
Estado da Arte Real /Desenvolvimento Tecnológico
Vou tentar estabelecer uma relação entre o estado da Arte Real no que concerne ao desenvolvimento tecnológico e o que esse pode afectar, alterar, obrigar a adaptar os procedimentos que aqui praticamos.
Talvez possamos caracterizar a situação e a fase de desenvolvimento tecnológico em que nos
encontramos e ao mesmo tempo caracterizarmos o que aqui fazemos, tentando descobrir como
um pode afectar o outro.
A FASE TECONOLÓGICA
Convirá separar dois conceitos que por vezes se confundem, que são a Ciência e a Tecnologia. Por definição, a Ciência, desde que Isaac Newton a ajudou a conceptualizar, baseia-se no desenvolvimento teórico através da dedução de conceitos físicos suportando-se na sua ferramenta natural que é a Matemática. Foi isso que nos permitiu evoluir no estabelecimento de regras e conceitos que explicam, prevêem e predizem o que acontecerá se realizarmos um evento que coloque em contacto partículas e ondas, ou partículas/ondas, de materiais e elementos vários.
Mas para que a Física, a Química e a Termodinâmica, e outras valências evoluam e permitam criar artefactos que nos sejam úteis, precisamos da Tecnologia e, naturalmente, a Tecnologia está sempre “atrasada” em relação à Ciência. Por ser do conhecimento de todos, o exemplo do contributo para o actual Modelo-Padrão do Físico Peter Higgs ( e François Englert) em que previu a partícula que confere massa à matéria no universal Campo de Higgs mostra bem este desfasamento. Peter Higgs e François Englert, separadamente, postularam esta hipótese em 1964 mas a “visualização” (detecção) desta partícula ocorre em 2013.
Porquê? Porque em 1964 e nos 35 a 40 anos seguintes não existia capacidade tecnológica para construir um Anel Subterrâneo de 27 Km, entre a França e a Suíça, a cerca de 200m de profundidade, que gerasse um campo magnético tão intenso que permite acelerar partículas elementares atingindo energias de biliões de Ev (Electrão Volt) graças a cerca de 1200 Imans, cada um com mais de 35 toneladas. O LHC em operação gera cerca de 300 Gb de informação por segundo (cerca de 23 Peta Byte/Ano) o que leva a que seja necessário um exército de Cientistas para poder estudar tanta informação.
Concluindo, existem dois objectivos claros da comunidade humana e da curiosidade permanente que nos trouxe até onde hoje estamos, o estudo da Ciência que nos permite tentar compreender o que fazemos aqui e como funciona tudo aquilo que nos rodeia, e a capacidade de colaboração entre
10 de maio de 2024
8 de maio de 2024
SIMBOLOGIA DO TAPETE EM LOJA NO GRAU DE COMPANHEIRO
SIMBOLOGIA DO TAPETE EM LOJA NO GRAU DE COMPANHEIRO
Fazer a interpretação da simbologia do Painel é uma tarefa complexa e sempre inacabada.
No centro do templo está o painel, é em torno dele que decorrem todas as cerimónias e à sua volta que os Irmãos vão exercitar as suas mentes e trabalhos como maçons especulativos livres e aceites.
No grau de companheiro, temos de prosseguir os trabalhos e subir um pouco mais, como tal deixamos para trás os três degraus e passamos a ter cinco, significa, pois, que estamos a construir algo, evoluímos no nosso pensar e desenvolvimento de percepção das coisas em si.
Ao completar o grau de companheiro atingia-se o cume da subida profissional nas corporações dos artesãos da construção dos grandes edifícios da idade media, esta era uma Maçonaria Operativa, aquela que antecedeu a Maçonaria Especulativa, que vigora actualmente.
Até ao século XVIII somente havia dois graus reconhecidos na Franco Maçonaria, o Grau de Aprendiz e o de Companheiro, durante o período da Maçonaria Operativa o companheiro não era mais que o Aprendiz que serviu durante o período necessário e exacto para se tornar um trabalhador qualificado, com autorização para praticar o seu ofício.
Com o tempo os mestres eram seleccionados de entre os companheiros com mais experiência e capacidade de liderança, para a condução dos trabalhos e os supervisionar, de forma que os mesmos decorram com a sua devida perfeição e correctos.
As cinco viagens que o aprendiz faz na sua elevação a companheiro, estão metaforicamente representadas no painel do grau sob a forma de 5 degraus, que dão acesso ao templo onde ele vai ser recebido.







