27 de fevereiro de 2026
R.E.A.A. - do Grau de Mestre ao Grau 33 – origens e percursos de um Rito (II)
19 de fevereiro de 2026
R.E.A.A. - do Grau de Mestre ao Grau 33 – origens e percursos de um Rito (I)

15 de fevereiro de 2026
Os Protocolos dos Sábios do Sião
Numa época em que os atentados aos valores democráticos reforçam o avanço das "ideias" da velha/nova extrema-direita em grande parte da Europa e América, consideramos um alerta e deveras oportuna a republicação, no nosso país e no âmbito do nosso Blog, deste importante traçado do NQIr:. e Mestre H. Spoladore (in “Informativo CHICO DA BOTICA” - Ano 20 Edição 204 – 31 Out. 2025 )
Autor: Hercule Spoladore
Qual foi a pior situação que a Ordem enfrentou durante a sua existência? Dá para se enumerar muitas, tais como perseguições de ordem religiosas, politicas, sociais, pessoais que até hoje ainda existem, calúnias, mentiras, difamações, enfim uma série de epítetos que as pessoas que não gostam de nós, nos impingem, nos combatem, e querem nos destruir. Existem famosos livros escritos por antimaçons que se contam aos milhares que ainda circulam pelo mundo. Porem todos fantasiosos e falam muito do segredo dos maçons. Entres os clássicos temos a primeira publicação que realmente tocou o público, ávido de conhecer o segredo dos maçons, que foi a “Maçonaria Dissecada” do maçom que abalou a Ordem, Samuel Prichard publicada em cinco edições num jornal de Londres em 1730.
Nela Prichard revelou todos os chamados segredos da Maçonaria da época do primeiro ao terceiro grau. Este livro sofreu desde então, um considerável número de plágios. Hoje é considerado como uma fonte de estudos, porque quando Prichard escreveu para o jornal inglês a Maçonaria não tinha rituais ou catecismos impressos. Nada se escrevia. Tudo era decorado e passado de maçom para maçom. Ele querendo ou não, sua traição hoje é considerada como uma fonte primária de estudos modernos na Quatuor Coronati nº 2076 da Maçonaria como ela era praticada na época.
5 de fevereiro de 2026
A Justiça Maçónica
A Justiça Maçónica
Autor: Iván Herrera Michel
Tal como acontece com qualquer instituição, os conflitos surgem inevitavelmente de tempos a tempos e, uma vez esgotados os canais fraternos, poderá ser necessário recorrer a regulamentos. Já abordei estas questões em publicações anteriores, mas as tensões actuais dentro de uma Grande Loja na América Central suscitaram novas questões e levaram-me a partilhar a minha opinião sobre o assunto.
O primeiro ponto a esclarecer é que os maçons estão indissoluvelmente ligados às sociedades civis, dotadas de normas, critérios de interpretação e princípios orientadores que ajudámos a construir e aos quais o Estado de Direito nos deve. Por isso, as nossas tradições e normas internas nunca nos poderão ordenar, obrigar ou desculpar de fazer algo contra a lei. Sem esquecer a nossa consciência, crenças ou convicções.




