(Continuação)
IV – E a Maçonaria?
Do atrás exposto afigura-se-nos essencial que a «velha» Maçonaria adogmática e liberal se una cada vez mais e sobretudo se reforce, em vez de se dispersar, pois tem aqui um campo primordial de intervenção, para que a Liberdade, Igualdade e a Fraternidade subsistam e a Humanidade progrida, tirando partido eficiente e livre dos novos meios e desenvolvimentos tecnológicos de que poderá dispor.
No nosso país, sendo a nova vaga de cidadania cada vez mais académicamente qualificada, poderá representar também, se não continuar a ser obrigada a emigar, uma oportunidade essencial para a Maçonaria estar mais activa na Sociedade, já que compete aos maçons defenderem consequentemente os seus princípios, desmascarando, combatendo e anulando prioritáriamente as ameaças totalitárias, resultantes da falta de solidariedade e apoio aos mais pobres e fracos (crianças, desempregados, idosos), à planeada regressão social e porque não, ao meio ambiente, que a todos afecta, modelo corrente para os ideólogos do ultra-liberalismo.



