6 de março de 2021
2 de março de 2021
A BIOÉTICA em contexto de PANDEMIA
“A BIOÉTICA em contexto de PANDEMIA (2019 A 2021)”
1/ INTRODUÇÃO
Ousei propor, e fui compreendido por quem me sugeriu este Tema, outro Título para esta minha “falação” (como dizia o saudoso Fernando LOPES-GRAÇA) que realce a importância da BIOÉTICA, isto é, do raciocínio ÉTICO no que diz respeito ao Ser Humano.
Há que assumir que experimentamos, cerca de “…8,4 mil milhões de indivíduos…” (1) neste tempo presente, um estilo de Vida diferente do “nosso habitual” pois a PANDEMIA (2) provocada pelo Coronavirus SARS-Cov-2 invadiu, à escala GLOBAL, o quotidiano do Ser Humano pondo em causa a sua própria sobrevivência.
Se recuarmos no tempo Histórico constataremos que no “…Período Paleolítico…o espírito nómada era a regra...” (3) e que a esse se seguiu a chamada Revolução Neolítica com a qual “…se passou à <vida> sedentária propiciada pela descoberta de duas técnicas fundamentais, a cultura da terra e a domesticação dos animais <o que levou a que> nos povoados neolíticos <portanto, concentrações urbanas> os Seres Humanos vivessem em relação íntima com os animais convertidos em ajuda…para o cultivo da terra e em suplemento proteico na sua alimentação…” (4)
Sucede que a contaminação Viral decorre de Reservatórios naturais que são os animais (que alimentam a sua própria existência) e de espécies Susceptíveis de serem contaminadas, como os Seres Humanos, que perpetuam a sobrevivência Viral à custa destes últimos cujo sistema Imunológico não está, ab initio, preparado para se defender. Portanto, “…a proximidade entre os animais e os indivíduos <(Seres Humanos)>...permite concluir que as infecções Epidémicas…são devidas, em geral, à alteração ou <à> rotura dos equilíbrios Ecológicos…” (5) A peculiar Inteligência da espécie Humana “…permite-lhe estender o seu domínio ao conjunto da Natureza…<e considerar> que todas as outras espécies biológicas têm de estar ao seu serviço…” (6)
23 de fevereiro de 2021
CHOREMOS, CHOREMOS, CHOREMOS!
CHOREMOS, CHOREMOS, CHOREMOS!
17 de fevereiro de 2021
IRMÃO AMANDIO SILVA
A homenagem de Adilson Zotovici a um grande Livre-Pensador:
IRMÃO
AMANDIO SILVA
Austero, irrequieto,
Um cavaleiro hodierno
Guerreiro armado de afeto
Partiu num dia de inverno
Erigiu aqui por completo
Que legado sempiterno
Forte muro a prumo, concreto
De obreiro hábil, fraterno
O justo, perene objeto !
Irmão de gestos paterno
Seleto entre os mais...predileto
Um livre pedreiro superno
Chamou o Grande Arquiteto
Para obrar no Oriente Eterno !
Adilson Zotovici
16 de fevereiro de 2021
O Maçom no Séc. XXI – As Redes Sociais
O Maçom no
Séc. XXI – As Redes Sociais
“O Facebook é a mais apavorante máquina de espionagem já inventada.” JULIAN ASSANGE
Em entrevista ao Expresso, o neurocientista António Damásio diz que as redes sociais "são uma das mais espetaculares razões de declínio da qualidade de vida" e que o acesso rápido e maciço a informação mal pensada "é um risco extraordinário".
“As redes sociais são uma armadilha” Zygmunt Bauman
O que tem em comum os Maçons e as Redes Sociais no Séc. XXI?
O que tem em comum é que ambos funcionam em rede, de âmbito universal, com motivação comum e com um propósito de partilha de conhecimento.
O que não tem em comum os Maçons e as Redes Sociais no Séc. XXI?
Os maçons são ritualistas, discretos e livres – pensadores, que trabalham em loja e que são originários do século XVIII («oficialmente» com a fundação Grande loja de Londres - 1717) enquanto as redes sociais surgem a partir da massificação da Internet em 2000, impulsionadas pela inovação tecnológica (ex.º PC´s, App´s, Tecnologia Hi-fi colocar fonte ??), que tornam mais acessíveis através de novos dispositivos electrónicos, como é o caso das tablets e smartphones.
Segundo os relatórios Digital 2020 (fonte: We Are Social and Hootsuite — https://wearesocial.com/global-digital-report-2019) os “midia” digitais, móveis e sociais tornaram-se uma parte indispensável da vida quotidiana das pessoas por todo o mundo. Mais de 4,5 biliões de pessoas utilizam agora a internet, enquanto os utilizadores das redes sociais ultrapassaram a fasquia dos 3,8 biliões. Colocar dados de Portugal de utilização de internet e de redes sociais (em desenvolvimento -https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_pesquisa&frm_accao=PESQUISAR&frm_show_page_num=1&frm_modo_pesquisa=PESQUISA_SIMPLES&frm_texto=Inqu%C3%A9rito+%C3%A0+utiliza%C3%A7%C3%A3o+de+tecnologias+de+informa%C3%A7%C3%A3o+e+comunica%C3%A7%C3%A3o+pelas+fam%C3%ADlias&frm_modo_texto=MODO_TEXTO_ALL&frm_data_ini=&frm_data_fim=&frm_tema=QUALQUER_TEMA&frm_area=o_ine_area_Destaques&xlang=pt)
A impossibilidade da nossa presença física devido ao confinamento foi substituída (parcialmente) pelas plataformas tecnológicas em regime de on-line (Ex. Zoom, Teams) pelo atendimento telefónico de vídeo chamadas, surgindo assim uma outra figura de trabalho que é o tele-trabalho, que já existia alguns anos atrás, mas, que agora se torna uma pratica à escala global permitido deste modo que a vida em sociedade persiga mesmo á distância. Na prática antecipou-se pelo menos 4 a 5 anos a taxa de penetração, que só se previa atingir por volta de 2025/6
A comunicação pela internet e as redes sociais proporcionou-nos falar com os nossos pais, filhos e os avós que estão num lar, ou em casa em confinamento, com o chefe da empresa onde trabalhamos pelo chat ou mesmo com os nossos clientes que necessitam de uma informação acerca dos nosso nossos serviços ou produtos, ou simplesmente para encomendar uma pizza para a nossa refeição.







