Fiquem vocês sabendo que, muito mais cedo que tarde, abrir-se-ão de novo as grandes alamedas por onde passe o homem livre, para construir uma sociedade melhor.

(Últimas declarações de Salvador Allende ao povo chileno a 11 de Setembro de 1973, quando os aviões dos generais fascistas já bombardeavam o Palácio de La Moneda)

28 de agosto de 2018

La "Tradition des Anciens" : un mythe historiographique français


Devido à importância do texto decidiu a Comissão Editorial deste Blogue não traduzir este magnífico trabalho retirado, com a devida vénia, do Blog Pierres Vivantes de Roger Dachez.

La "Tradition des Anciens" : un mythe historiographique français

Un essai de déconstruction des légendes urbaines qui trainent encore dans certains milieux maçonniques français...
Pour vous donner envie de le lire - et de commander le numéro voire de vous abonner à R.T. ! - en voici la conclusion :

A la lumière de ce que l'on vient de voir, une réalité toute simple apparaît : ce qui séparait les Anciens et les Modernes, en Angleterre, sur le plan strictement maçonnique et rituel, tenait à très peu de chose, et cette différence est allée en s'amenuisant très vite, au point qu'il fut très facile d'aplanir définitivement les obstacles qui les séparaient encore à la fin du XVIIIe siècle.
Il est probable que l'affaire de la loi sur les sociétés illégales (Unlawful Societies Act), en 1799, qui conduisit les deux Grands Maîtres des deux Grandes Loges « rivales » à effectuer une démarche commune auprès des autorités pour exempter toute la franc-maçonnerie des rigueurs de la loi, marqua une étape importante dans le rapprochement – quoique n'ayant pas procédé de l'initiative des Grandes Loges elles-mêmes ! Il faut aussi, sans doute, tenir compte de l'effacement de la génération des fondateurs, lourdement impliquée dans la période la plus violente du conflit, dont Lawrence Dermott lui-même, qui mourut en 1791.
Toujours est-il que la voie vers l'union était pavée depuis longtemps par de multiples croisements des pratiques des uns et des autres, comme nous l'avons vu. Lorsque la Grande Loge des Modernes, en 1809, convoqua une Loge de Promulgation, pour rétablir les « vrais Landmarks », elle se contenta d'adopter « l'ordre ancien des mots » – c'est-à-dire, pour le dire plus justement, l'ordre des mots tel que pratiqué par les Anciens à cette époque –, d'affirmer la nécessité des Diacres et de reconnaître que l'Installation secrète du Maître de Loge était une cérémonie essentielle.
Deux ans après la fin des travaux de la Loge de Promulgation, qui durèrent jusqu'en 1811, soit en 1813, la Loge de Réconciliation n'avait plus qu'à consacrer une Union déjà largement réalisée sur le terrain depuis longtemps.

25 de agosto de 2018

Arte Maçónica Numa Visão Profana


Sinopse

O livro “Arte Maçónica Numa Visão Profana”, de autoria de Carmen-Lara e prefaciado por António Arnaut. António Arnaut, num douto preâmbulo, considera que “servindo-se habilmente da simbologia maçónica, Carmen-Lara soube combinar na paleta da sua imaginação as tintas que deram forma e cor ao “espírito” que se exala, como um suspiro de amor, destas 33 telas que vieram enriquecer a arte maçónica”. Solicitada a enquadrar esta obra, diz Carmen-Lara: “Pretendo construir uma ponte entre o mundo profano e o mundo maçónico. De uma forma suave e subtil, pretendo também construir uma verdadeira ponte de passagem do mundo profano para o verdadeiro Conhecimento, suscitando o interesse para a pesquisa, assim contribuindo para a desmistificação de alguns conceitos errados no mundo profano, consequentes de um estado de desconhecimento.”
“Estas obras são o resultado do que interiorizei em espírito, pelo estudo que fiz sobre esta tão nobre e edificante filosofia maçónica. A interpretação que faço de cada obra, é a minha interpretação pessoal numa singela perspectiva profana.” (Carmen-Lara).
p.s. as frases em «Bold» são da responsabilidade da comissão Editorial do Blogue

23 de agosto de 2018

O que quer dizer “Em Loja”?



Transcrito, com a devida vénia do Blogue o Ponto Dentro do Círculo, este Artigo que foi publicado em 2 de novembro de 2016 por Luiz Marcelo Viegas e cuja autoria é de Antônio José da Silva: 

Meus irmãos, quando o Venerável diz “Em Loja”, no Rito Escocês Antigo e Aceito, da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, ele quer dizer que a partir desse momento os trabalhos estão abertos para se realizar a preparação e verificação de toda as condições para início dos trabalhos ritualísticos.
Ou seja, vamos fazer os trabalhos introdutórios e a partir de agora todos que se levantarem devem fazê-lo à ordem e, cruzando o eixo do templo, fazer sinal ou reverência ao Delta.
Devemos estar a partir desse instante bem atentos e deixar de fora nossas preocupações profanas, inclusive o apego ao celular.
O Venerável, a partir desse instante, comanda a verificação da inviolabilidade do templo. Verifica se a loja possui os irmãos necessários para início dos trabalhos. Esse número de irmãos deve ser, no mínimo, de sete irmãos mestres, pois só os mestres podem ocupar cargos, e o Chanceler, através do Livro de Registro de Presença, é o responsável por comunicar se há o número necessário de mestres presentes.
O Venerável também lembra e checa com cada oficial as suas obrigações.
O segundo Diácono, além de atender ao Primeiro Vigilante, deve observar se os obreiros estão com postura Maçônica, ou seja, os braços e pernas não podem estar cruzados e a coluna deve estar ereta com as mãos sobre os joelhos.
Ao Primeiro Diácono cabe cumprir as ordens do Venerável Mestre e dar atendimento no Oriente quanto a movimentação de decretos, atas a serem assinadas, entre outros.
Portanto, se temos o Primeiro e Segundo Diácono para auxiliar no Oriente e Ocidente, para que sobrecarregar o Mestre de Cerimônias?
O Venerável pede então ao Chanceler para nos lembrar os objetivos de nossa Ordem, e solicita também ao Primeiro Vigilante que nos recorde porque estamos reunidos.
Após esta introdução, o Oficiante vai abrir o Livro da Lei, invocando o auxílio de nosso criador para que o Venerável declare a loja aberta e os trabalhos em plena força e vigor.
Ao final dos trabalhos quem fecha a Loja é o Primeiro Vigilante, mas todos continuam à Ordem. Só após o Venerável declarar que a Loja está fechada e os trabalhos encerrados podemos desfazer o sinal e vamos jurar que tudo quanto se passou e não possa ser revelado será guardado em silêncio. Tudo que for bom para o mundo profano, e não afete os segredos de nossa Ordem, pode sim ser revelado.
Sei que parece óbvio, mas muitas vezes podem ocorrer dúvidas sobre esses simples, mas fundamentais procedimentos, dúvidas que acometem principalmente os Aprendizes, e foi com o objetivo de auxiliá-los a execução desta prancha.
Autor: Antônio José da Silva

p.s.Antônio José é Mestre Instalado, membro da ARLS Águia das Alterosas – 197 – GLMMG, Oriente de Belo Horizonte, vice-presidente da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D’Almeida, membro da Loja de Pesquisas Quatuor Coronati Pedro Campos de Miranda, e também um grande incentivador do blog.

19 de agosto de 2018

PERSISTIR...NÃO TEIMAR


Com a devida vénia e repectiva autorização se transcreve mais um poema de Adilson Zotovici:

Insisto em que persistas
Como tal, livre pedreiro,
Nas sendas do bem tuas pistas
Encetadas no canteiro

E que jamais tu desistas
Tal qual nobre cavaleiro
Com teus planos e conquistas
Pois és irmão, vanguardeiro,

Livra-te dos pessimistas
Daquele mau conselheiro
De ociosos, extremistas...

Mas, lembra-te audaz obreiro,
Na “teima” jamais invistas
Persistas!... o tempo inteiro !

Adilson Zotovici

12 de agosto de 2018

CONVITE


A Associação Cívica e Cultural 31 de JANEIRO, no âmbito das suas actividades cívicas vai promover as Comemorações do 24 de Agosto de 1820 – Revolução Liberal do Porto, na cidade do Porto, neste contexto tem o prazer de o convidar para esta evocação.

Programa -24 de Agosto de 2018 – 21h
Salão Nobre da Junta de freguesia do Bonfim
Hino Nacional
Abertura da Sessão -Presidente da AG da ACC 31 de Janeiro
Oradores
– Professor Doutor Rui Albuquerque
Liberdade e Democracia na Revolução de Agosto de 1820
– Juiz Desembargador João Ataíde, 
Manuel Fernandes Thomaz o Patriarca da Liberdade
Momento musical – Tenor e Piano
Una furtiva lagrimada ópera L’Élisird’Amore, Donizetti
O Infante, Mensagem -Fernando Pessoa, música de Rui Soares da Costa
Intervenções
Presidente da Direcção da ACC 31 de Janeiro – Dr. Luís Cameirão
Presidente da Câmara Municipal do Porto Dr. Rui Moreira
(aguardamos confirmação)
Viva aos Heróis do 24 de Agosto
Viva à República
FIM