O Ser Humano nasce, cresce, aprende (através do Estudo e com os Outros) e escolhe uma de duas opções:
a)ou se integra na Sociedade, disponibilizando-lhe a sua Inteligência, os seus Conhecimentos, a sua Maturidade;
b)ou apenas usufrui (ou serve-se …) do esforço e da entrega dos Demais.
Os valores da Virtude (praticar o Bem, contrariar o Mal, praticar a Disponibilidade para com os Outros, contrariar o Egoismo) concretizam-se nas práticas da Beneficência, da não-Maleficência e da Justiça. Estes princípios são a base do dia-a-dia dum Maçon pois “… a Maçonaria consubstancia nos seus Princípios orientadores – o dever da Beneficência, a partilha através da Solidariedade, a reflexão sobre a Igualdade no acesso, a Tolerância como prática de Liberdade de pensamento …” *1.
“… Aos Maçons que ocupam lugares de decisão política, de administração pública ou de administração empresarial … exige-se um exemplar comportamento moral e ético…” *2 o qual se espera de quem assume a elevada responsabilidade da “coisa pública”, isto é, da gestão do Estado Português.
AMADEU GAUDÊNCIO (Ir:. Magalhães Lima e, mais tarde, Ir:. Gomes Freire), em 1933 (e:. v:.) advertiu-nos que “… o Maçon tem que ser um homem virtuoso …” *3 considerando ele que deve possuir “… as três grandes virtudes …: a Beneficência, a Discrição e a Obediência. Sem estas virtudes não se compreende o homem nem se concebe o Maçon …” *4.





